Análise das Linguagens
Simbólicas em Linguagem Audiovisual
Garota Dinamarquesa
Mil Vezes Boa noite
_ Maquete
_ Criatividade
_ Acompanhamento dos
Projetos
Para pensar:
Como desenvolvem as aplicações
dos conteúdos de aula no projeto:
Verifique se na construção do figurino, do cenário e do material
gráfico há:
1.Identidade entre os elementos do projeto
2.Relações com a equipe
3.Funções / Divisão de cada membro da equipe
4.Representações Simbólicas / Conceituais
5. Qual o perfil do público?
6. Qual a mensagem direta ou indireta se pretende passar?
7. Como se dá a identidade do público com sua arte?
8. Existe Inovação e Criatividade? De que modo?
9. Qual o poder de atração?
10. Contrastes? Por exemplo: Exagero ou Vazio? Belo e Feio? Estático e
Movimento? Cores? ...
11. Como isso será apresentado ao professor? E aos colegas do curso? [Atração
na linguagem imagética]
12. Utilizou de pesquisa bibliográfica? Qual? Que trecho? Há Citação?
13. Houve Análise visual em eventos, audiovisual, imagens ...?
14. Há referência? Onde? Oque?
15. Quais palavras Chave compõem seu projeto?
16. Houve uma preocupação quanto ao material utilizado?
17. Quanto ao uso do espaço? Palco, 360?
18. Há relações Sinestésicas? De que modo se apresenta?
19. Algum elemento de Poética?
PARA DOWNLOAD DOS ARQUIVOS
DOWNLOAD DO CONTEÚDO APRESENTADO
EM CLASSE PDF E TEÓRICO CLIQUE AQUI
CRIATIVIDADE
Principais pontos a serem observados:
Reflexão e Ambiente;
O Pedágio de Pensamento;
O gostar é uma tirania;
Linguagens e contextos;
Categorias;
O olhar do outro;
Saturação;
Motivação;
Videos [músicas citadas na apostila]:
Traduzir-se
Remix Sec XX
A LINGUAGEM CENOGRÁFICA | Dissertação 2006 | Nelson José Urssi
Trabalho de pesquisa sobre a evolução da cenografia no teatro ocidental relacionando-a às possibilidade espaciais e técnicas do edifício teatral e do espaço cênico em cada época. Apresenta uma conceituação do projeto cênico como síntese gráfica, histórica, tecnológica e simbólica estruturando a construção da cenografia em relação às questões apresentadas pelo texto teatral e pelos roteiros cinematográfico e televisivo. São também analisados aspectos das linguagens espacial e visual no processo de criação e produção cênica, identificando as necessidades para uma formação sólida de futuros profissionais cênicos, como cenógrafos e designers visuais.
Para download do aquivo
O Instrumental Cênico
Variações de tempo e espaço [formato | estilo | significado];
Compreensão de questões conceituais e práticas [concepção de projeto e construção];
_ Espaço Corpo
Representação | significados socioculturais | ação | imagem | presença | maquiagem | figurino | voz _ Espaço Lugar
Planos | estruturação | projeto | mídia | superfície | identificador racional e histórico | lugar _ Espaço Espectador
Significados | recepção [de todos os itens de unidade] | produção de mensagens | Percepção | relação _ Espaço Texto
Roteiro | Significação | linguagem _ Espaço Sentido
Vivência dos sentidos | Linguagens – mensagens | Cultura [aprofundamento teórico, ambiental, visual]
Experiência individual e subjetiva [conceitos estéticos, perceptivos e psicológicos de acordo a sua sociedade] | Semiótica
A linguagem Visual:
Elementos visuais [não confundir com material – papel, madeira...] | Bauhaus – relações e contrastes | Fundamentos da Linguagem | Plano, linha, volume | Gestalt _ Espaço Tipografia
imagem | Construtivismo | Gráfico | _ Espaço Luz
Iluminação | Atmosfera – estilo | filtros, globos, gelatinas _ Espaço Cor
Matiz | Saturação | Luminosidade | Psicologia da cor | Cor Luz e cor Pigmento
MAQUETE
Maquetes são representações de estruturas em escala miniaturizada, com objetivo de representar uma futura realidade conforme o interesse a ser alcançado.
Usada em planejamento urbano, arquitetura e nas artes com a finalidade de apresentação para captação de recursos e para estudo de cenários e posicionamento de luz, personagens e objetivo de cena. Com uma visão tridimensional e ainda com a possibilidade de manipulação das estruturas. Nas artes é usada muito em teatro, óperas, shows, já no cinema esta é apresentada com frequência como maquete digital, oferecendo a possibilidade de uma visão melhor de enquadramento de câmera. No geral a maquete é de baixo custo, utilizando deste papel cartão, madeira, plásticos, massa de modelar, espuma e isopor.
Vale lembrar que a maquete ajuda no entendimento e na construção da estrutura em si, é um modelo muito fácil para expor, propor e discutir ideias estéticas como também no levantamento de custos e materiais usados para montar o projeto.
25_Shaw Festival Theatre - Candida Model_2011
26_Lion in Winter Set Model
27_Bastidores da ópera Salomé_2012
28_Making of the set-model of the play A Janika
29_Pietra di Paragone - Rossini
30_SESC Belenzinho
31_SESC Cine Jornal
32_The Owl House
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PURVIS, Alston W. e MEGGS, Philip B. História do Design Gráfico. Cosac e Naif, 2009.
Definir competências para equipe: Diretor Geral, Diretor
de Arte, Fotografo, Maquete, Design Gráfico, Editor de Imagens, Ilustrador,
Pesquisa, Redação...
1. Tema sugerido: A Flauta Mágica
_Portfólio [mínimo 10 páginas];
_Apresentação e desenvolvimento em sala [dia 03 de
Setembro];
_Processo de criação [texto e imagens]:
_ Informações sobre pesquisa;
_ Briefing
_ Detalhes do projeto.
_ Sketchbook
2. Itens obrigatórios:
_Escolha do Local:Esboço | Planta baixa
_Desenho da
Cenografia
_Figurino para 3
personagens
_Material
Gráfico: Marca | Cartaz | Flyer [em identidade com o projeto]
3. O que apresentar
_Uso racional e criativo de elementos de cena, cores,
texturas e espaço;
_Uso de iluminação;
_Material teórico - de apresentação com possíveis
citações;
_Páginas com anexos de fotos, desenhos do sketchbook,
_Referências bibliográficas [caso houver]
4. Avaliando:
Prazo de entrega;
Acabamento;
Pesquisa e proposta teórica | imagética;
Criatividade e Originalidade de acordo com a proposta;
Grau de complexidade;
Esboços;
Funcionalidade [prática, viável]
Durabilidade [sem prejudicar no deslocamento da maquete e
ações do tempo]
Figurino - [mínimo 3 personagens]
Obs.: Estas
informações são passíveis de alterações;
SUGESTÃO; Flauta Mágica Teatro Bradesco de 10 a 18
Agosto
_ Vídeos para analisar "A Garota Dinamarquesa" | "Mil Vezes Boa Noite"
ÓPERA E CARNAVAL
Neste conteúdo vamos observar detalhes que apresentam a cultura da Ópera e do Carnaval. Ambas possuem um grande estudo de Direção de Arte para acompanhar a valorização da música ou da festa. Cenários, figurinos, cores, ritmo, estruturas. Com organização e tecnologia que movimentam um evento de grandes proporções.
Libreto - em resumo
Maestro - em resumo
O que é uma prima-dona
Ópera-séria - em resumo
O que é uma ópera-bufa
O que é a abertura
William Tell Overture Finale
Recitativo- O que é isso
Recitativo Don Giovanni & Leporello
Ária- O que é uma ária
Ombra Mai Fu made on smartphones
Ombra mai fu- - Malena Ernman
Farinelli - Lascia Ch'io Pianga (HD)
Intervalo - em resumo
Rameau -〈Platée〉Passepied & Tambourin (Acte 1)
Verdi.Nabucco.Va Pensiero.MET.2002
O que é um interlúdio
Mascagni Intermezzo from -Cavalleria Rusticana
Bravo - em resumo
The Polyphonic Singing of the Aka Pygmies of Central Africa
peking opera (ópera chinesa)
The Fly with Daniel Okulitch
Bregenz Fextival 2011 - Andre Chenier
[Naive OP30485] Vivaldi en Vogue [Vivaldi Edition]
Como estudo e análise de elementos visuais apresentamos A Flauta Mágica.
Papageno
Tamino
Pamina
Rainha da Noite
Sarastro
A Flauta Magica 1
A Flauta Magica 2
A Flauta Magica 3
A Flauta Magica 4
FLAUTA MÁGICA | PROJETOS ACADÊMICOS
Como solicitado deixo um modelo de Portfólio desenvolvido pela turma de pós graduação anterior. Confesso que este material me emocionou muito. A capa e quarta capa é de cortiça com a marca gráfica em relevo. A maquete era bem elaborada e muito conceitual, lindo material. Amanhã coloco o segundo material. Vocês podem ver as fotos que montei agora mesmo em PDF para visualização.
Nas duas últimas páginas [antes da quarta capa] eles colocaram um marca página feito com o personagem que escolheram para o figurino o Papagueno e dois cds com o material audiovisual.
Autores: Felipe Homem, Gisele Chagas, Mariana Barbosa, Mariana Melcon, Rafael Terozi, Samantha Bueno e Tatiana Amadei.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Outras sugestões de livros como proposta de referências bibliográficas para complemento dos estudos e pesquisas.
CASOY, Sérgio. Ópera em São Paulo: 1952-2005. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2006.
COELHO, Lauro Machado. A Ópera Inglesa.
Coleção História da Ópera, São Paulo: Editora Perspectiva, 2000
FEIJÓ, Carlos. NAZARETH, André. Artesãos da Sapucaí. São Paulo: Editora Olhares, 2012.
JEUDY, Henry-Pierre. O corpo como objeto de arte. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
MORAES, Eliane Robert. O corpo impossível. São Paulo: Editora Iluminuras, 2002.
SERGIO, Manuel. Alguns Olhares sobre o corpo. Lisboa: Rama, 2004.
PIRES, Beatriz Ferreira. O Corpo como suporte da Arte, São Paulo. Senac: 2005
JANA, José Eduardo Alves. Para Uma Teoria do Corpo Humano. Lisboa: Epistemologia e Sociedade, Instituto Piaget.
RAMOS, Adriana Vaz. O Design de aparência de atores e a comunicação em cena.
São Paulo: Senac, 2013.
GOMPERTZ, Will. Isso é Arte? Rio de Janeiro: Zahar, 2013.
BANDEIRA, João. e BARROS, Lenora. Poesia concreta brasileira.
projeto verbivocovisual. São Paulo: Artemeios, 2008.