terça-feira, 10 de setembro de 2019

AVALIAÇÃO

AVALIAÇÃO



Prazo de Entrega: 1º de Setembro 2020 - caso necessário estendido para  8 de Setembro 2020
E-mail: emerson.brito@belasartes.br

Projeto Individual ou em Grupo

Sugestão de definição de competências para membros da equipe:
_Narrativa - Texto [Redação] - responsável pela parte teórica, justificativas;
_Produção - responsável por pesquisas e coleta e distribuição de informações;
_Desenho, Edição e Editoração - responsável pela apresentação visual [colagem | à mão livre | digital]
_Figurino
_Maquete Virtual; [podendo ser ilustração à mão livre - não esquecer de colocar a figura humana na maquete/desenho para dimensão de escala]


1. Tema: A Flauta Mágica
_ O enredo não pode mudar. O que pode mudar: o nome dos personagens, o local, podendo ou não ser uma ópera.
_Portfólio [mínimo 10 páginas];
_Apresentação oral em sala dia 1º de Setembro. [Este é opcional podendo ser entregue por e-mail, sem apresentação oral, até o dia 08 de setembro. Enviar para: emerson.brito@belasartes.br];
_ Processo de criação [texto e imagens | Moodboard - Painel Semântico]:
_ Informações sobre pesquisa;
_ Briefing;
_ Detalhes do projeto;
_ Sketchbook
_ Making of


2. Itens obrigatórios:
_Escolha do Local:  Esboço | Planta baixa
_Desenho da Cenografia
_Figurino para 3 personagens
_Material Gráfico: Marca | Cartaz | Flyer [em identidade com o projeto]
_ Opcional - ter mais material gráfico: bottom, camiseta, programa da peça, caneca, postal....

3. O que apresentar
_Uso racional e criativo de elementos de cena, cores, texturas e espaço;
_Uso de iluminação;
_Material teórico - de apresentação com possíveis citações;
_Páginas com anexos de fotos, desenhos do sketchbook,
_Referências bibliográficas [caso houver]


4. Avaliando:
Prazo de entrega;
Acabamento e editoração;
Pesquisa e proposta teórica | imagética;
Criatividade e Originalidade de acordo com a proposta;
Informações adequadas [didáticas, completas, detalhadas] sobre a criação e/ou o processo de criação;
Grau de complexidade;
Esboços;
Figurino - [mínimo 3 personagens]

Humanização [figura humana na maquete para fins de escala]
Obs.: Estas informações são passíveis de alterações;




 A FLAUTA MÁGICA


Ato I


A Flauta Mágica começa com uma terrível serpente perseguindo Tamino. Cansado, ele desmaia. As Três Damas aparecem, dominam a serpente e resolvem avisar à Rainha da Noite da presença do jovem no seu reino. Ao recobrar os sentidos, Tamino vê Papageno cantar e tocar sua flauta. Papageno mente para Tamino que ele o salvou da serpente. Imediatamente, reaparecem as Três Damas para punir Papageno pela mentira. Elas entregam um retrato de Pamina para Tamino que se apaixona. A Rainha da Noite surge e pede para Tamino libertar sua filha que está prisioneira de Sarastro. As Damas soltam Papageno e eles recebem um carrilhão e uma flauta com poderes mágicos. Três Gênios irão guiá-los nos perigos da jornada.
No palácio de Sarastro, Pamina é vigiada por Monostatos. Papageno encontra Pamina e avisa que ela será libertada por Tamino e saem felizes a sua procura. Os Três Gênios guiam Tamino para o Templo. No caminho toca sua flauta e magicamente os animais selvagens se tornam mansos. Monostatos e seus escravos alcançam Pamina e Papageno, que ao som do carrilhão eles se põem a dançar e saem. Ao som de trombetas Sarastro chega. Pamina explica a Sarastro que fugiu por estar sendo importunada por Monostatos. Este entra trazendo Tamino preso. Sarastro expulsa Monostatos da Irmandade e ordena que Pamina e Tamino realizem as provas para entrar para a Irmandade.


Ato II

Sarastro comunica aos sacerdotes os seus planos de iniciar Tamino na Irmandade e pede aos deuses que iluminem o caminho dos jovens na busca pela sabedoria. Pamina, sob sua proteção deve se tornar esposa de Tamino. Pamina adormece enquanto Monostatos questiona sua condição social e racial por não poder ter os mesmos direitos dos outros e é detido pela Rainha da Noite que aparece. Ela entrega um punhal a Pamina e ordena que mate Sarastro.

Os sacerdotes conduzem Tamino e Papageno para o início das provas do silêncio, onde não poderão conversar com nenhuma mulher. Pamina aparece e Tamino resiste à tentação, deixando-a desiludida. Papageno ao ver Papagena, não resiste e falando com ela não passa na prova. Desesperada, Pamina resolve se matar e é salva pelos Três Gênios que explicam a situação. Juntos, Pamina e Tamino fazem as últimas provas: do fogo e da água, sendo então admitidos na Irmandade. Ao final surgem a Rainha da Noite com as Três Damas e Monostatos, em uma última tentativa de tomar o poder de Sarastro, mas a luz da Sabedoria transforma todo o mal e envolve todos ao som da Flauta Mágica.



PARA MAIS INFORMAÇÕES
CLIQUE NOS DOIS LINKS ABAIXO
   











PROJETOS DOS DIRETORES
DE ESPETÁCULOS E EVENTOS BELAS ARTES 2019.1

Diretores de Criação:
Barbara Coelho
Daniela Doro
Gustavo Girotto
Gustavo Oliveira
Henrique Michelini
Luan Silva
Marcel Sfriso
Thiago Rodrigues
Vitor Pazin








Diretores de Criação:
Aline Soares Rocha 
Amanda Rivas Gomes Macedo Diniz 
Beatriz Grimone
Lorena Oliveira de Almeida
Vitória Camargos de Morais
Victoria Köhler Bernardo







Diretores de Criação:
Amanda Valentini
André Gaia Molina
Daniella Russano
Fabio Russano Souza
Larissa Basílio
Matheus Brito
Richard Camargo



Diretores de Criação:
Carla Nery
Thainá Carline
Maurício Castro
Gleidison BK
Marjorie Mello
Fernanda Santos
Henrique Cintra

terça-feira, 20 de agosto de 2019

AULA 03

INFORMAÇÕES VISUAIS







Plano de Aula 03

Análise das Linguagens Simbólicas em Linguagem Audiovisual
Garota Dinamarquesa
Mil Vezes Boa noite
_ Maquete
_ Criatividade
_ Acompanhamento dos Projetos

Para pensar:
Como desenvolvem as aplicações dos conteúdos de aula no projeto:
Verifique se na construção do figurino, do cenário e do material gráfico há:
1.Identidade entre os elementos do projeto
2.Relações com a equipe
3.Funções / Divisão de cada membro da equipe
4.Representações Simbólicas / Conceituais
5. Qual o perfil do público?
6. Qual a mensagem direta ou indireta se pretende passar?
7. Como se dá a identidade do público com sua arte?
8. Existe Inovação e Criatividade? De que modo?
9. Qual o poder de atração?
10. Contrastes? Por exemplo: Exagero ou Vazio? Belo e Feio? Estático e Movimento? Cores? ...
11. Como isso será apresentado ao professor? E aos colegas do curso? [Atração na linguagem imagética]
12. Utilizou de pesquisa bibliográfica? Qual? Que trecho? Há Citação?
13. Houve Análise visual em eventos, audiovisual, imagens ...?
14. Há referência? Onde? Oque?
15. Quais palavras Chave compõem seu projeto?
16. Houve uma preocupação quanto ao material utilizado?
17. Quanto ao uso do espaço? Palco, 360?
18. Há relações Sinestésicas? De que modo se apresenta?
19. Algum elemento de Poética?

 PARA DOWNLOAD DOS ARQUIVOS





DOWNLOAD DO CONTEÚDO APRESENTADO
EM CLASSE PDF E TEÓRICO CLIQUE AQUI




CRIATIVIDADE


Principais pontos a serem observados:
Reflexão e Ambiente;
O Pedágio de Pensamento;
O gostar é uma tirania;
Linguagens e contextos;
Categorias;
O olhar do outro;
Saturação;
Motivação;

Videos [músicas citadas na apostila]:

Traduzir-se

Remix Sec XX



A LINGUAGEM CENOGRÁFICA | Dissertação 2006 | Nelson José Urssi

Trabalho de pesquisa sobre a evolução da cenografia no teatro ocidental relacionando-a às possibilidade espaciais e técnicas do edifício teatral e do espaço cênico em cada época. Apresenta uma conceituação do projeto cênico como síntese gráfica, histórica, tecnológica e simbólica estruturando a construção da cenografia em relação às questões apresentadas pelo texto teatral e pelos roteiros cinematográfico e televisivo. São também analisados aspectos das linguagens espacial e visual no processo de criação e produção cênica, identificando as necessidades para uma formação sólida de futuros profissionais cênicos, como cenógrafos e designers visuais.

Para download do aquivo 



O Instrumental Cênico
Variações de tempo e espaço [formato | estilo | significado];
Compreensão de questões conceituais e práticas [concepção de projeto e construção];

_ Espaço Corpo
Representação | significados socioculturais | ação | imagem | presença | maquiagem | figurino | voz
_ Espaço Lugar
Planos | estruturação | projeto | mídia | superfície | identificador racional e histórico | lugar
_ Espaço Espectador
Significados | recepção [de todos os itens de unidade] | produção de mensagens | Percepção | relação
_ Espaço Texto
Roteiro | Significação | linguagem
_ Espaço Sentido
Vivência dos sentidos | Linguagens – mensagens | Cultura [aprofundamento teórico, ambiental, visual]
Experiência individual e subjetiva [conceitos estéticos, perceptivos e psicológicos de acordo a sua sociedade] | Semiótica

A linguagem Visual:
Elementos visuais [não confundir com material – papel, madeira...] | Bauhaus – relações e contrastes | Fundamentos da Linguagem | Plano, linha, volume | Gestalt
_ Espaço Tipografia
imagem | Construtivismo | Gráfico |
_ Espaço Luz
Iluminação | Atmosfera – estilo | filtros, globos, gelatinas
_ Espaço Cor
Matiz | Saturação | Luminosidade | Psicologia da cor | Cor Luz e cor Pigmento




MAQUETE

Maquetes são representações de estruturas em escala miniaturizada, com objetivo de representar uma futura realidade conforme o interesse a ser alcançado.

Usada em planejamento urbano, arquitetura e nas artes com a finalidade de apresentação para captação de recursos e para estudo de cenários e posicionamento de luz, personagens e objetivo de cena. Com uma visão tridimensional e ainda com a possibilidade de manipulação das estruturas. Nas artes é usada muito em teatro, óperas, shows, já no cinema esta é apresentada com frequência como maquete digital, oferecendo a possibilidade de uma visão melhor de enquadramento de câmera. No geral a maquete é de baixo custo, utilizando deste papel cartão, madeira, plásticos, massa de modelar, espuma e isopor.

Vale lembrar que a maquete ajuda no entendimento e na construção da estrutura em si, é um modelo muito fácil para expor, propor e discutir ideias estéticas como também no levantamento de custos e materiais usados para montar o projeto.




25_Shaw Festival Theatre - Candida Model_2011

26_Lion in Winter Set Model

27_Bastidores da ópera Salomé_2012

28_Making of the set-model of the play A Janika

29_Pietra di Paragone - Rossini

30_SESC Belenzinho

31_SESC Cine Jornal

32_The Owl House


 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


PURVIS, Alston W. e MEGGS, Philip B. História do Design Gráfico. Cosac e Naif, 2009.

INFOGRÁFICO | LINHA DO TEMPO



Vejo como foi elaborado no vídeo abaixo: 


Para download do INFOGRÁFICO clique AQUI
Para acesso ao site oficial clique AQUI


EISENMAN, Sara. Building Design Portifolios: Innovative Concepts for presenting your work. United States of America: Ed. Rockport, 2008



Catálogo 8a. Bienal do Design Gráfico - Excelência, Rumos, Linguagem, Reflexão. São Paulo,
Martins Fontes, 2006



REFERÊNCIAS GRÁFICAS | LA CENERENTOLA | TEATRO SÃO PEDRO






PURVES, Barry. Stop Motion. Bookman. 2011.



KLEON, Austin. Roube como um artista. São Paulo: Rocco, 2014.


RAMOS, Alcides Freire. CAPEL, Heloisa Selma. e PATRIOTA, Rosangela.
Narrativas Ficcionais e Escrita da História.
São Paulo: Hucitec Editora, 2013.


EICHBAUER, Helio. Cartas de marear. Impressões de viagem, caminhos de criação.
Rio de Janeio: Casa da Palavra, 2013.




ARTIGOS DIREÇÃO DE ARTE




MARIA LAURA CUNHA MENDES
PROCESSOS CRIATIVOS
Estudo sobre criatividade e os mecanismos associados
ao processo criativo, focado em cenografia | CLIQUE AQUI



SOBRE A AVALIAÇÃO


AVALIAÇÃO

Prazo de Entrega: 10 de Setembro
E-mail: emerson.brito@belasartes.br

Projeto Individual ou em Grupo de até 14 pessoas

Definir competências para equipe: Diretor Geral, Diretor de Arte, Fotografo, Maquete, Design Gráfico, Editor de Imagens, Ilustrador, Pesquisa, Redação...

1. Tema sugerido: A Flauta Mágica
_Portfólio [mínimo 10 páginas];
_Apresentação e desenvolvimento em sala [dia 03 de Setembro];
_Processo de criação [texto e imagens]:
_ Informações sobre pesquisa;
_ Briefing
_ Detalhes do projeto.
_ Sketchbook


2. Itens obrigatórios:
_Escolha do Local:  Esboço | Planta baixa
_Desenho da Cenografia
_Figurino para 3 personagens
_Material Gráfico: Marca | Cartaz | Flyer [em identidade com o projeto]

3. O que apresentar
_Uso racional e criativo de elementos de cena, cores, texturas e espaço;
_Uso de iluminação;
_Material teórico - de apresentação com possíveis citações;
_Páginas com anexos de fotos, desenhos do sketchbook,
_Referências bibliográficas [caso houver]


4. Avaliando:
Prazo de entrega;
Acabamento;
Pesquisa e proposta teórica | imagética;
Criatividade e Originalidade de acordo com a proposta;
Grau de complexidade;
Esboços;
Funcionalidade [prática, viável]
Durabilidade [sem prejudicar no deslocamento da maquete e ações do tempo]
Figurino - [mínimo 3 personagens]
Obs.: Estas informações são passíveis de alterações;

SUGESTÃO; Flauta Mágica Teatro Bradesco de 10 a 18 Agosto

terça-feira, 13 de agosto de 2019

AULA 02

PLANO DE AULA 

_Palavras-Chave:
Evento. Expografia. Familiaridade. Linguagens. Narrativa. Publico. Cenografia. Lista de produção. Espaço. Pesquisa. Material. 

_ Visita Espaço Expográfico;
_ Observações de obras;
_ Lista de Produção;
_ Nelson José Urssi “A linguagem Cenográfica”;
_ Cenografia;
_ Atividade;
LISTA DE PRODUÇÃO
01. Equipe
02. Local
03. Equipamentos
04. Programação
05. Ensaios
06. Som e Luz
07. Organização
08. Versatilidade
09. Arte Gráfica
10. Relacionamento

LINGUAGEM CENOGRÁFICA
O Instrumental Cênico
_ Espaço Corpo
_ Espaço Lugar
_ Espaço Espectador
_ Espaço Texto
_ Espaço Sentido
A linguagem Visual
_ Espaço Tipografia
_ Espaço Luz
_ Espaço Cor

 [Para aula 03]
_ Vídeos para analisar "A Garota Dinamarquesa" | "Mil Vezes Boa Noite"




 ÓPERA E CARNAVAL





Neste conteúdo vamos observar detalhes que apresentam a cultura da Ópera e do Carnaval. Ambas possuem um grande estudo de Direção de Arte para acompanhar a valorização da música ou da festa. Cenários, figurinos, cores, ritmo, estruturas. Com organização e tecnologia que movimentam um evento de grandes proporções.



Libreto - em resumo
Maestro - em resumo
O que é uma prima-dona
Ópera-séria - em resumo
O que é uma ópera-bufa
O que é a abertura
William Tell Overture Finale
Recitativo- O que é isso
Recitativo Don Giovanni & Leporello
Ária- O que é uma ária
Ombra Mai Fu made on smartphones
Ombra mai fu- - Malena Ernman
Farinelli - Lascia Ch'io Pianga (HD)
Intervalo - em resumo
Rameau -〈Platée〉Passepied & Tambourin (Acte 1)
Verdi.Nabucco.Va Pensiero.MET.2002
O que é um interlúdio
Mascagni Intermezzo from -Cavalleria Rusticana
Bravo - em resumo
The Polyphonic Singing of the Aka Pygmies of Central Africa
peking opera (ópera chinesa)
The Fly with Daniel Okulitch
Bregenz Fextival 2011 - Andre Chenier
 [Naive OP30485] Vivaldi en Vogue [Vivaldi Edition]
Inside Rio Carnaval (integra)





 A FLAUTA MÁGICA

LINK DE SUGESTÃO CLIQUE AQUI




Como estudo e análise de elementos visuais apresentamos A Flauta Mágica.

Papageno

Tamino

Pamina



Rainha da Noite

Sarastro


A Flauta Magica 1
 

A Flauta Magica 2

A Flauta Magica 3

A Flauta Magica 4

 FLAUTA MÁGICA | PROJETOS ACADÊMICOS



Como solicitado deixo um modelo de Portfólio desenvolvido pela turma de pós graduação anterior. Confesso que este material me emocionou muito. A capa e quarta capa é de cortiça com a marca gráfica em relevo. A maquete era bem elaborada e muito conceitual, lindo material. Amanhã coloco o segundo material. Vocês podem ver as fotos que montei agora mesmo em PDF para visualização.
Nas duas últimas páginas [antes da quarta capa] eles colocaram um marca página feito com o personagem que escolheram para o figurino o Papagueno e dois cds com o material audiovisual.
Autores: Felipe Homem, Gisele Chagas, Mariana Barbosa, Mariana Melcon, Rafael Terozi, Samantha Bueno e Tatiana Amadei.







REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Outras sugestões de livros como proposta de referências bibliográficas para complemento dos estudos e pesquisas.



CASOY, Sérgio. Ópera em São Paulo: 1952-2005. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2006.


COELHO, Lauro Machado. A Ópera Inglesa.
Coleção História da Ópera, São Paulo: Editora Perspectiva, 2000

FEIJÓ, Carlos. NAZARETH, André. Artesãos da Sapucaí. São Paulo: Editora Olhares, 2012.

JEUDY, Henry-Pierre. O corpo como objeto de arte. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.

MORAES, Eliane Robert. O corpo impossível. São Paulo: Editora Iluminuras, 2002.


SERGIO, Manuel. Alguns Olhares sobre o corpo. Lisboa: Rama, 2004.


PIRES, Beatriz Ferreira. O Corpo como suporte da Arte, São Paulo. Senac: 2005


JANA, José Eduardo Alves. Para Uma Teoria do Corpo Humano. Lisboa: Epistemologia e Sociedade, Instituto Piaget.


RAMOS, Adriana Vaz. O Design de aparência de atores e a comunicação em cena.
São Paulo: Senac, 2013.



GOMPERTZ, Will. Isso é Arte? Rio de Janeiro: Zahar, 2013.







BANDEIRA, João. e BARROS, Lenora. Poesia concreta brasileira. 
 projeto verbivocovisual. São Paulo: Artemeios, 2008.
Sugestão site clique AQUI





SORRENTINO, Paolo. La Grande Bellezza, diario del Film. Italia: Feltrinelli, 2013


Revista SESC, Janeiro 2014.

Matéria sobre cenografia para eventos e teatros | Livro Cenografia Brasileira
– Notas de um Cenógrafo, de J. C. Serroni (Edições Sesc, 2013)



Para ir até esta matéria clique AQUI







PURVES, Barry. Stop Motion. Bookman. 2011.



KLEON, Austin. Roube como um artista. São Paulo: Rocco, 2014.


RAMOS, Alcides Freire. CAPEL, Heloisa Selma. e PATRIOTA, Rosangela.
Narrativas Ficcionais e Escrita da História.
São Paulo: Hucitec Editora, 2013.


EICHBAUER, Helio. Cartas de marear. Impressões de viagem, caminhos de criação.
Rio de Janeio: Casa da Palavra, 2013.