terça-feira, 11 de agosto de 2020

AULA 03










 ÓPERA E CARNAVAL





Neste conteúdo vamos observar detalhes que apresentam a cultura da Ópera e do Carnaval. Ambas possuem um grande estudo de Direção de Arte para acompanhar a valorização da música ou da festa. Cenários, figurinos, cores, ritmo, estruturas. Com organização e tecnologia que movimentam um evento de grandes proporções.



Libreto - em resumo


Maestro - em resumo


O que é uma prima-dona


Ópera-séria - em resumo


O que é uma ópera-bufa


O que é a abertura


William Tell Overture Finale


Recitativo- O que é isso


Recitativo Don Giovanni & Leporello


Ária- O que é uma ária


Ombra Mai Fu made on smartphones


Ombra mai fu- - Malena Ernman



Intervalo - em resumo


Rameau -〈Platée〉Passepied & Tambourin (Acte 1)



O que é um interlúdio


Mascagni Intermezzo from -Cavalleria Rusticana


Bravo - em resumo


The Polyphonic Singing of the Aka Pygmies of Central Africa


peking opera (ópera chinesa)



The Fly with Daniel Okulitch


Bregenz Fextival 2011 - Andre Chenier


 [Naive OP30485] Vivaldi en Vogue [Vivaldi Edition]


Inside Rio Carnaval (integra)





 A FLAUTA MÁGICA


Ato I


A Flauta Mágica começa com uma terrível serpente perseguindo Tamino. Cansado, ele desmaia. As Três Damas aparecem, dominam a serpente e resolvem avisar à Rainha da Noite da presença do jovem no seu reino. Ao recobrar os sentidos, Tamino vê Papageno cantar e tocar sua flauta. Papageno mente para Tamino que ele o salvou da serpente. Imediatamente, reaparecem as Três Damas para punir Papageno pela mentira. Elas entregam um retrato de Pamina para Tamino que se apaixona. A Rainha da Noite surge e pede para Tamino libertar sua filha que está prisioneira de Sarastro. As Damas soltam Papageno e eles recebem um carrilhão e uma flauta com poderes mágicos. Três Gênios irão guiá-los nos perigos da jornada.
No palácio de Sarastro, Pamina é vigiada por Monostatos. Papageno encontra Pamina e avisa que ela será libertada por Tamino e saem felizes a sua procura. Os Três Gênios guiam Tamino para o Templo. No caminho toca sua flauta e magicamente os animais selvagens se tornam mansos. Monostatos e seus escravos alcançam Pamina e Papageno, que ao som do carrilhão eles se põem a dançar e saem. Ao som de trombetas Sarastro chega. Pamina explica a Sarastro que fugiu por estar sendo importunada por Monostatos. Este entra trazendo Tamino preso. Sarastro expulsa Monostatos da Irmandade e ordena que Pamina e Tamino realizem as provas para entrar para a Irmandade.


Ato II

Sarastro comunica aos sacerdotes os seus planos de iniciar Tamino na Irmandade e pede aos deuses que iluminem o caminho dos jovens na busca pela sabedoria. Pamina, sob sua proteção deve se tornar esposa de Tamino. Pamina adormece enquanto Monostatos questiona sua condição social e racial por não poder ter os mesmos direitos dos outros e é detido pela Rainha da Noite que aparece. Ela entrega um punhal a Pamina e ordena que mate Sarastro.

Os sacerdotes conduzem Tamino e Papageno para o início das provas do silêncio, onde não poderão conversar com nenhuma mulher. Pamina aparece e Tamino resiste à tentação, deixando-a desiludida. Papageno ao ver Papagena, não resiste e falando com ela não passa na prova. Desesperada, Pamina resolve se matar e é salva pelos Três Gênios que explicam a situação. Juntos, Pamina e Tamino fazem as últimas provas: do fogo e da água, sendo então admitidos na Irmandade. Ao final surgem a Rainha da Noite com as Três Damas e Monostatos, em uma última tentativa de tomar o poder de Sarastro, mas a luz da Sabedoria transforma todo o mal e envolve todos ao som da Flauta Mágica.



PARA MAIS INFORMAÇÕES
CLIQUE NOS DOIS LINKS ABAIXO
   










Como estudo e análise de elementos visuais apresentamos A Flauta Mágica.

Papageno

Tamino

Pamina


Rainha da Noite

Sarastro


A Flauta Magica 1

A Flauta Magica 2




 FLAUTA MÁGICA | PROJETOS ACADÊMICOS



Deixo um modelo de Portfólio desenvolvido pela turma de pós graduação anterior. Confesso que este material me emocionou muito. A capa e quarta capa é de cortiça com a marca gráfica em relevo. A maquete era bem elaborada e muito conceitual, lindo material. Amanhã coloco o segundo material. Vocês podem ver as fotos que montei agora mesmo em PDF para visualização.
Nas duas últimas páginas [antes da quarta capa] eles colocaram um marca página feito com o personagem que escolheram para o figurino o Papagueno e dois cds com o material audiovisual.
Autores: Felipe Homem, Gisele Chagas, Mariana Barbosa, Mariana Melcon, Rafael Terozi, Samantha Bueno e Tatiana Amadei.








14 PRINCÍPIOS A SEREM OBSERVADOS
NA DIREÇÃO DE ARTE DO EVENTO / ESPETÁCULO

01 CONTRASTE;
escala [tamanho - grande e pequeno], cor/tom [circulo cromático - claro e escuro] , textura/ linha [formas regular irregular - procure perfumes masculinos e femininos] 
01.1 POLARIDADES:
Equilíbrio x Instabilidade
Simetria x Assimetria
Regularidade x Irregularidade
Simplicidade x Complexidade
Unidade x Fragmentação
Neutralidade x Ênfase
Opacidade x Transparência
Nitidez x Difusão
Planura x profundidade

02. HISTÓRIA DA ARTE;
Pesquisa e fonte de referência | Tadeus Kantor clique aquiO Balcão Jean Genet clique aqui


03. IDENTIDADE;

04. REPETIÇÃO;
Saturação - Eco - mesmas cores e formas.

05. UNIDADE;
Identidade Visual [cor, textura, forma, estilo]

06. EQUILÍBRIO;
Simetria ou Assimetria - controlar espaços.

07. CENTRO DE INTERESSE;
o que chama mais a atenção? Eficiência.

08. VARIEDADE;
Não ficar monótono - mas cuidado para não misturar demais, mas com harmonia [tudo se casa].

09. ESCALA; 
Tamanhos.

10. PROPORÇÃO;
Comparações.

11. HARMONIA;
Tons de cores - identidade - equilíbrio - conforto visual.

12. PROXIMIDADE;
Grupo visual.

13. ALINHAMENTO;

14. RITMO;
Narrativa - altos e baixos - crescente;








APRESENTAÇÃO CARLA XAVIER



PALAVRAS CHAVE DA TURMA


Escrever direto no documento excell
Como escrever direto:
1. ABRIR O ARQUIVO



2. VEJA NA LATERAL DIREITA - ABRIR  A BARRA

3. CLIQUE EM ABRIR







REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Outras sugestões de livros como proposta de referências bibliográficas para complemento dos estudos e pesquisas.



CASOY, Sérgio. Ópera em São Paulo: 1952-2005. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2006.


COELHO, Lauro Machado. A Ópera Inglesa.
Coleção História da Ópera, São Paulo: Editora Perspectiva, 2000

FEIJÓ, Carlos. NAZARETH, André. Artesãos da Sapucaí. São Paulo: Editora Olhares, 2012.

JEUDY, Henry-Pierre. O corpo como objeto de arte. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.

MORAES, Eliane Robert. O corpo impossível. São Paulo: Editora Iluminuras, 2002.


SERGIO, Manuel. Alguns Olhares sobre o corpo. Lisboa: Rama, 2004.


PIRES, Beatriz Ferreira. O Corpo como suporte da Arte, São Paulo. Senac: 2005


JANA, José Eduardo Alves. Para Uma Teoria do Corpo Humano. Lisboa: Epistemologia e Sociedade, Instituto Piaget.


RAMOS, Adriana Vaz. O Design de aparência de atores e a comunicação em cena.
São Paulo: Senac, 2013.



GOMPERTZ, Will. Isso é Arte? Rio de Janeiro: Zahar, 2013.







BANDEIRA, João. e BARROS, Lenora. Poesia concreta brasileira. 
 projeto verbivocovisual. São Paulo: Artemeios, 2008.
Sugestão site clique AQUI





SORRENTINO, Paolo. La Grande Bellezza, diario del Film. Itália: Feltrinelli, 2013


Revista SESC, Janeiro 2014.

Matéria sobre cenografia para eventos e teatros | Livro Cenografia Brasileira
– Notas de um Cenógrafo, de J. C. Serroni (Edições Sesc, 2013)



Para ir até esta matéria clique AQUI







PURVES, Barry. Stop Motion. Bookman. 2011.



KLEON, Austin. Roube como um artista. São Paulo: Rocco, 2014.


RAMOS, Alcides Freire. CAPEL, Heloísa Selma. e PATRIOTA, Rosângela.
Narrativas Ficcionais e Escrita da História.
São Paulo: Hucitec Editora, 2013.


EICHBAUER, Helio. Cartas de marear. Impressões de viagem, caminhos de criação.
Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.












sexta-feira, 31 de julho de 2020

AULA 01 e AULA 02


  






PLANO DE AULA 
[flexível] 


_Palavras-Chave:
Abstrato. Academia. Arte. Beleza. Barroco. Cenografia. Colaborativo. Conceito. Criatividade. Espectador. Espetáculo. Exagero. Experiência. Familiaridade. Identidade. Imagem. Linguagens. Musical. Ópera. Participativo. Poéticas. Referências. Relações. Sinestesia. Teatro. Vazio.

AULA 01
_ Palavras Chave;
_ Quiz de Imagens;
_ Imagem;
_Nelson José Urssi “A linguagem Cenográfica”;
_Exagero x Vazio:
_Perfil do Diretor de arte
_ História da Arte;
_História do Teatro;
_Sobre Avaliação;

[para aula 02]
_ Videos para analisar "A Garota Dinamarquesa" | "Mil Vezes Boa Noite"
Fazer apontamentos e discutir um ou mais pontos relevantes sobre a Direção de Arte dos filmes.
PARA IR AOS FILMES CLIQUE AQUI

[para aula 02 | 03 e 04]
Montar Grupos de acordo com especializações:
_Narrativa - Texto [Redação] - responsável pela parte teórica, justificativas;
_Produção - responsável por pesquisas e coleta e distribuição de informações;
_Desenho, Edição e Editoração - responsável pela apresentação visual;
_Figurino
_Maquete Virtual;

AULA 02
_Análises linguagens e sentidos [audiovisual]:
      Mil vezes Boa Noite
      A Garota Dinamarquesa
      Hedwig and the angry inch
_ Debate sobre Garota Dinamarquesa e Mil vezes Boa noite
_ Lista de Produção;
_ Maquete;
_ Criatividade;
_ Ópera e Carnaval;
_ Desenvolvimento do Projeto - Proposta de Direção de Arte

AULA 03 
_ Musical;
_ Cabaret e Hedwig
_ O Rei Leão
_ Convite bate papo com alunos da Pós BA [orientandos do prof. Emerson]
_ História Cenografia Teatro
_ Desenvolvimento do Projeto


AULA 04
_ Tecnologia em Eventos;
_ U2 360
_ Lista de Produção
_ Maquete
_ Termos técnicos
_ Desenvolvimento do Projeto | Maquete


AULA 05
_ Quiz de Revisão
_ Apresentação dos Projetos




QUIZ DE IMAGENS
Compreender uma imagem, a mensagem que ela apresenta. Analisar suas cores, elementos de cena, detalhes da produção que oferecem um conceito e uma proposta. Este é o objetivo deste exercício. Reconhecer por meio dos diferentes detalhes a informação que esta apresenta.








You: 1:35 Starman






Velvet Goldmine 40m









INTRODUÇÃO

TEXTURA BIDIMENSIONAL | TRIDIMENSIONAL




TEATRO DA VERTIGEM - PARAÍSO PERDIDO

Le Mystère de ma passion


CLIQUE AQUI PARA IR AO FACEBOOK DE LE MISTÈRE

ROYAL DE LUXE

SUGESTÃO DE FILME \ QUERO SER JOHN MALKOVICH



ADEUS MINHA CONCUBINA

SUGESTÃO DE FILME - MOVIMENTO - CLÃ DAS ADAGAS VOADORAS


DARCY LYNN






HUMANIZAÇÃO | PALAVRAS | POÉTICA

HUMANIZAÇÃO


HUMANO | ESPAÇO CORPO


CURIOSIDADE TEATRO LICEU - ARGENTINA





IMAGEM FIXA x ANIMADA





Sagração da Primavera

PARA SABER MAIS CLIQUE AQUI

Nijinsky

Sagração da Primavera - Channel

CURIOSIDADE METRÔ




PARA ASSISTIR AO ESPETÁCULO CLIQUE AQUI

As tardes de um Fauno

LEON BAKST

L'APRÈS MIDI D'UN FAUNE


I WANT TO BREAK FREE


SUSPIRIA

GEOMETRIA VARIÁVEL por Tiago MacGiver
CURIOSIDADE




PALAVRAS e POÉTICAS



GATILHO

BLADE RUNNER 2049



IDIOMATERNO | MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA






ESPAÇO TEXTO  E ESPAÇO TIPOGRAFIA


ESPAÇO TEXTO -  TITIO AVÔ


HAITI


JOGO DE CENA


ESPAÇO TIPOGRAFIA














PARA SABER MAIS
DIREÇÃO DE ARTE | SUTIL CIA DE TEATRO

















Avenida Dropsie | Sutil Companhia






O INÍCIO

DUNE


THE HOURS | MR. DALLOWAY


THE PHANTON OF THE OPERA 


THE LION KING 

CURIOSIDADE SELEÇÃO LION KING SP
ASSISTIR AOS 3'45"




O INÍCIO | DESFILE EM TEMPO DE PANDEMIA



















BARROCO


EXAGERO



EM CENA







IMAGEM MENTAL


THE HOBBIT





ORSON WELLES

WAGNER







IMERSÃO




SINESTESIA




TRAILER PERFECT SENSE


EXPOSIÇÃO SAMSUNG CÂMERA INSIGHT


ESPETÁCULO AUSÊNCIA


ESPETÁCULO INCÊNDIOS





CONTRASTE | SIMETRIA


VAZIO

MA


ECO E NARCISO
ECO E NARCISO CLIQUE AQUI






MISE EN ABYME

PHILLIPE DECOUFLE



CINCO PEÇAS FÁCEIS

E SE ELAS FOSSEM PARA MOSCOU









PERFIL DIRETOR DE ARTE


O perfil do Diretor de Arte em uma análise de projetos e produções teatrais e cinematográficas.
Linguagens e contextos.
_Linguagens Visuais e conceitos cenográficos:
   Singin in the Rain

Vídeos apresentados:


Singin in the Rain | MGM 1952



Singin in the Rain | The_Palace

Singin in the Rain | Golf GTi


A Dama do Mar | Cenografia de Robert Wilson
















tcc GRADUAÇÃO Design

DINÂMICA DE GRUPO - TRABALHO LOGO EXISTO

CENOGRAFIA PÓS DIREÇÃO DE ARTE


A LINGUAGEM CENOGRÁFICA
Dissertação 2006 | Nelson José Urssi

Trabalho de pesquisa sobre a evolução da cenografia no teatro ocidental relacionando-a às possibilidade espaciais e técnicas do edifício teatral e do espaço cênico em cada época. Apresenta uma conceituação do projeto cênico como síntese gráfica, histórica, tecnológica e simbólica estruturando a construção da cenografia em relação às questões apresentadas pelo texto teatral e pelos roteiros cinematográfico e televisivo. São também analisados aspectos das linguagens espacial e visual no processo de criação e produção cênica, identificando as necessidades para uma formação sólida de futuros profissionais cênicos, como cenógrafos e designers visuais.

O instrumental cênico e A linguagem Visual Unidade entre os elementos:
 [Baseado em “A Linguagem Cênica – pág. 76 a 91 ]:


O Instrumental Cênico
Variações de tempo e espaço [formato | estilo | significado];
Compreensão de questões conceituais e práticas [concepção de projeto e construção];

_ Espaço Corpo
Representação | significados socioculturais | ação | imagem | presença | maquiagem | figurino | voz
_ Espaço Lugar
Planos | estruturação | projeto | mídia | superfície | identificador racional e histórico | lugar
_ Espaço Espectador
Significados | recepção [de todos os itens de unidade] | produção de mensagens | Percepção | relação
_ Espaço Texto
Roteiro | Significação | linguagem
_ Espaço Sentido
Vivência dos sentidos | Linguagens – mensagens | Cultura [aprofundamento teórico, ambiental, visual]
Experiência individual e subjetiva [conceitos estéticos, perceptivos e psicológicos de acordo a sua sociedade] | Semiótica

A linguagem Visual:
Elementos visuais [não confundir com material – papel, madeira...] | Bauhaus – relações e contrastes | Fundamentos da Linguagem | Plano, linha, volume | Gestalt
_ Espaço Tipografia
imagem | Construtivismo | Gráfico |
_ Espaço Luz
Iluminação | Atmosfera – estilo | filtros, globos, gelatinas
_ Espaço Cor
Matiz | Saturação | Luminosidade | Psicologia da cor | Cor Luz e cor Pigmento



PALAVRAS CHAVE DA TURMA SOBRE EVENTOS E ESPETÁCULOS:
Música - Cores
Plateia 
Impacto
Atmosfera
Teatro
Espectador: Surpreender - encanto- beleza
Surpresa 
Magia
Coquetel
Iluminaçao
Vibração
Encantamento
Submersão
Marcante
Dramático 
Clima
Orquestra
Lembranças 
Divulgação
Musica
Sensação
Diretora: execução - organização - realização
Exagero 
Climax
Imersão
Surpresa
Cenário
Experiência
Backdrop
Estranhamento
Palco
Construtividade 
Pertencer 
pq parece que vc ta dentro daquilo, por estar tao perto 
não sei se tem palavra p isso kk
Esquecer-se . viver uma outra vida. 
Catarse
Aprender