ÓPERA E CARNAVAL
Neste conteúdo vamos observar detalhes que apresentam a cultura da Ópera e do Carnaval. Ambas possuem um grande estudo de Direção de Arte para acompanhar a valorização da música ou da festa. Cenários, figurinos, cores, ritmo, estruturas. Com organização e tecnologia que movimentam um evento de grandes proporções.
Libreto - em resumo
Maestro - em resumo
O que é uma prima-dona
Ópera-séria - em resumo
O que é uma ópera-bufa
O que é a abertura
William Tell Overture Finale
Recitativo- O que é isso
Recitativo Don Giovanni & Leporello
Ária- O que é uma ária
Ombra Mai Fu made on smartphones
Ombra mai fu- - Malena Ernman
Intervalo - em resumo
Rameau -〈Platée〉Passepied & Tambourin (Acte 1)
O que é um interlúdio
Mascagni Intermezzo from -Cavalleria Rusticana
Bravo - em resumo
The Polyphonic Singing of the Aka Pygmies of Central Africa
peking opera (ópera chinesa)
The Fly with Daniel Okulitch
Bregenz Fextival 2011 - Andre Chenier
[Naive OP30485] Vivaldi en Vogue [Vivaldi Edition]
Inside Rio Carnaval (integra)
A FLAUTA MÁGICA
Ato I
A Flauta Mágica começa com uma terrível serpente perseguindo Tamino. Cansado, ele desmaia. As Três Damas aparecem, dominam a serpente e resolvem avisar à Rainha da Noite da presença do jovem no seu reino. Ao recobrar os sentidos, Tamino vê Papageno cantar e tocar sua flauta. Papageno mente para Tamino que ele o salvou da serpente. Imediatamente, reaparecem as Três Damas para punir Papageno pela mentira. Elas entregam um retrato de Pamina para Tamino que se apaixona. A Rainha da Noite surge e pede para Tamino libertar sua filha que está prisioneira de Sarastro. As Damas soltam Papageno e eles recebem um carrilhão e uma flauta com poderes mágicos. Três Gênios irão guiá-los nos perigos da jornada.
No palácio de Sarastro, Pamina é vigiada por Monostatos. Papageno encontra Pamina e avisa que ela será libertada por Tamino e saem felizes a sua procura. Os Três Gênios guiam Tamino para o Templo. No caminho toca sua flauta e magicamente os animais selvagens se tornam mansos. Monostatos e seus escravos alcançam Pamina e Papageno, que ao som do carrilhão eles se põem a dançar e saem. Ao som de trombetas Sarastro chega. Pamina explica a Sarastro que fugiu por estar sendo importunada por Monostatos. Este entra trazendo Tamino preso. Sarastro expulsa Monostatos da Irmandade e ordena que Pamina e Tamino realizem as provas para entrar para a Irmandade.
Ato II
Sarastro comunica aos sacerdotes os seus planos de iniciar Tamino na Irmandade e pede aos deuses que iluminem o caminho dos jovens na busca pela sabedoria. Pamina, sob sua proteção deve se tornar esposa de Tamino. Pamina adormece enquanto Monostatos questiona sua condição social e racial por não poder ter os mesmos direitos dos outros e é detido pela Rainha da Noite que aparece. Ela entrega um punhal a Pamina e ordena que mate Sarastro.
Os sacerdotes conduzem Tamino e Papageno para o início das provas do silêncio, onde não poderão conversar com nenhuma mulher. Pamina aparece e Tamino resiste à tentação, deixando-a desiludida. Papageno ao ver Papagena, não resiste e falando com ela não passa na prova. Desesperada, Pamina resolve se matar e é salva pelos Três Gênios que explicam a situação. Juntos, Pamina e Tamino fazem as últimas provas: do fogo e da água, sendo então admitidos na Irmandade. Ao final surgem a Rainha da Noite com as Três Damas e Monostatos, em uma última tentativa de tomar o poder de Sarastro, mas a luz da Sabedoria transforma todo o mal e envolve todos ao som da Flauta Mágica.
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Como estudo e análise de elementos visuais apresentamos A Flauta Mágica.
Papageno
Tamino
Pamina
Rainha da Noite
Sarastro
A Flauta Magica 1
A Flauta Magica 2
FLAUTA MÁGICA | PROJETOS ACADÊMICOS
Deixo um modelo de Portfólio desenvolvido pela turma de pós graduação anterior. Confesso que este material me emocionou muito. A capa e quarta capa é de cortiça com a marca gráfica em relevo. A maquete era bem elaborada e muito conceitual, lindo material. Amanhã coloco o segundo material. Vocês podem ver as fotos que montei agora mesmo em PDF para visualização.
Nas duas últimas páginas [antes da quarta capa] eles colocaram um marca página feito com o personagem que escolheram para o figurino o Papagueno e dois cds com o material audiovisual.
Autores: Felipe Homem, Gisele Chagas, Mariana Barbosa, Mariana Melcon, Rafael Terozi, Samantha Bueno e Tatiana Amadei.
14 PRINCÍPIOS A SEREM OBSERVADOS
NA DIREÇÃO DE ARTE DO EVENTO / ESPETÁCULO
NA DIREÇÃO DE ARTE DO EVENTO / ESPETÁCULO
01 CONTRASTE;
escala [tamanho - grande e pequeno], cor/tom [circulo cromático - claro e escuro] , textura/ linha [formas regular irregular - procure perfumes masculinos e femininos]
escala [tamanho - grande e pequeno], cor/tom [circulo cromático - claro e escuro] , textura/ linha [formas regular irregular - procure perfumes masculinos e femininos]
01.1 POLARIDADES:
Equilíbrio x Instabilidade
Simetria x Assimetria
Regularidade x Irregularidade
Simplicidade x Complexidade
Unidade x Fragmentação
Neutralidade x Ênfase
Opacidade x Transparência
Nitidez x Difusão
Planura x profundidade
02. HISTÓRIA DA ARTE;
Pesquisa e fonte de referência | Tadeus Kantor clique aqui | O Balcão Jean Genet clique aqui
03. IDENTIDADE;
04. REPETIÇÃO;
Saturação - Eco - mesmas cores e formas.
05. UNIDADE;
Identidade Visual [cor, textura, forma, estilo]
06. EQUILÍBRIO;
Simetria ou Assimetria - controlar espaços.
07. CENTRO DE INTERESSE;
o que chama mais a atenção? Eficiência.
08. VARIEDADE;
Não ficar monótono - mas cuidado para não misturar demais, mas com harmonia [tudo se casa].
09. ESCALA;
Tamanhos.
10. PROPORÇÃO;
Comparações.
11. HARMONIA;
Tons de cores - identidade - equilíbrio - conforto visual.
12. PROXIMIDADE;
Grupo visual.
13. ALINHAMENTO;
14. RITMO;
Narrativa - altos e baixos - crescente;
APRESENTAÇÃO CARLA XAVIER
PALAVRAS CHAVE DA TURMA
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Outras sugestões de livros como proposta de referências bibliográficas para complemento dos estudos e pesquisas.
CASOY, Sérgio. Ópera em São Paulo: 1952-2005. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2006.
COELHO, Lauro Machado. A Ópera Inglesa.
Coleção História da Ópera, São Paulo: Editora Perspectiva, 2000
FEIJÓ, Carlos. NAZARETH, André. Artesãos da Sapucaí. São Paulo: Editora Olhares, 2012.
JEUDY, Henry-Pierre. O corpo como objeto de arte. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
MORAES, Eliane Robert. O corpo impossível. São Paulo: Editora Iluminuras, 2002.
SERGIO, Manuel. Alguns Olhares sobre o corpo. Lisboa: Rama, 2004.
PIRES, Beatriz Ferreira. O Corpo como suporte da Arte, São Paulo. Senac: 2005
JANA, José Eduardo Alves. Para Uma Teoria do Corpo Humano. Lisboa: Epistemologia e Sociedade, Instituto Piaget.
RAMOS, Adriana Vaz. O Design de aparência de atores e a comunicação em cena.
São Paulo: Senac, 2013.
GOMPERTZ, Will. Isso é Arte? Rio de Janeiro: Zahar, 2013.
BANDEIRA, João. e BARROS, Lenora. Poesia concreta brasileira.
projeto verbivocovisual. São Paulo: Artemeios, 2008.
Sugestão site clique AQUI
SORRENTINO, Paolo. La Grande Bellezza, diario del Film. Itália: Feltrinelli, 2013
Revista SESC, Janeiro 2014.
Matéria sobre cenografia para eventos e teatros | Livro Cenografia Brasileira
– Notas de um Cenógrafo, de J. C. Serroni (Edições Sesc, 2013)
– Notas de um Cenógrafo, de J. C. Serroni (Edições Sesc, 2013)
Para ir até esta matéria clique AQUI
PURVES, Barry. Stop Motion. Bookman. 2011.
KLEON, Austin. Roube como um artista. São Paulo: Rocco, 2014.
RAMOS, Alcides Freire. CAPEL, Heloísa Selma. e PATRIOTA, Rosângela.
Narrativas Ficcionais e Escrita da História.
São Paulo: Hucitec Editora, 2013.
EICHBAUER, Helio. Cartas de marear. Impressões de viagem, caminhos de criação.
Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.






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