sexta-feira, 2 de agosto de 2019

AULA 01




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PLANO DE AULA 

_Palavras-Chave:
Abstrato. Academia. Arte. Beleza. Barroco. Carnaval. Cenografia. Colaborativo. Conceito. Corpo. Criatividade. Espectador. Espetáculo. Exagero. Experiência. Familiaridade. Feiura. Identidade. Imagem. Linguagens. Musical. Ópera. Participativo. Poéticas. Referências. Relações. Sinestesia. Surrealismo. Teatro. Vazio.

AULA 01
_Plano de Aula;
_Quiz de Imagens;
_Lista de Produção;
_Criatividade;
_Nelson José Urssi “A linguagem Cenográfica”;
_Imagem; [como a arte fez e o mundo] | Beleza/Feiura [Sentinela]
_Exagero x Vazio: Barroco, Maneirismo [Miyazaki e Bob Wilson];
_Perfil do Diretor de arte – História da Arte; [Cantando na Chuva]
_Cenografia;
_ Avaliações;

[para aula 03]
_ Videos para analisar "A Garota Dinamarquesa" | "Mil Vezes Boa Noite"

[para aula 02 | 03 e 04]
Grupos especializações:
Pesquisa; Texto [Redação]; Produção; Desenho; Editoração; Edição de Imagens; Figurino; Maquete;

AULA 02 
_ Maquete;
_ Criatividade
_ Ópera e Carnaval
_ Musical
_ Desenvolvimento do Projeto - Maquete e Proposta de Direção de Arte


AULA 03 
_ Tecnologia em Eventos
Análises linguagens e sentidos audiovisual:
Mil vezes Boa Noite
A Garota Dinamarquesa
Hedwig and the angry inch
A grande beleza
Perfect Sense
_ Debate sobre Garota Dinamarquesa e Mil vezes Boa noite
_ Desenvolvimento do Projeto - Maquete e Proposta de Direção de Arte
_ Performances (rjksmuseum)


AULA 04
Desenvolvimento do Projeto - Maquete e Proposta de Direção de Arte

AULA 05
_Quiz de Revisão de Conteúdo (Avaliativo)
_ Desenvolvimento e/ou apresentação dos Projetos

QUIZ DE IMAGENS
Compreender uma imagem, a mensagem que ela apresenta. Analisar suas cores, elementos de cena, detalhes da produção que oferecem um conceito e uma proposta. Este é o objetivo deste exercício. Reconhecer por meio dos diferentes detalhes a informação que esta apresenta.





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Velvet Goldmine 40m





SKETCHBOOK




Para este semestre utilizaremos o Sketchbook | Caderno de Esboços. Assim a observação de espaço e imagens, o exercício da criação e da criatividade torna-se mais atenta e dinâmica.

"O caderno de esboço é ferramenta essencial no processo de geração de ideias. Portáteis e informais, são pequenos espaços para experimentações gráficas e exercícios do livre pensamento."

Cezar de Almeida


ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Sketchbooks: as páginas desconhecidas do processo criativo. São Paulo: Editora Ipsis, 2010.



KAHLO, Frida. O Diário de Frida Kahlo: um auto-retrato íntimo. São Paulo. Editora José Olympio. 2012.





ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Mutarelli Sketchbook. São Paulo: Editora Pop, 2011.






LISTA DE PRODUÇÃO

Para a organização na produção de um evento, é necessário atenção em uma série de detalhes decisivos para o seu andamento. Tais detalhes vão além da questão da arte e criação e fazem parte de uma visão geral do projeto, para que todas as ações ocorram conforme o programado e assim sua programação visual [layout] seja melhor aplicada.

Assim, é fundamental ter um plano bem organizado na aplicação de suas estratégias, estabelecendo metas pelo qual precisam levar em consideração diversos elementos, desde o público-alvo até o objetivo de determinado evento.

Lembre-se de que todos os fatores envolvidos no evento devem estar em plena sintonia [identidade visual] para que ele se torne um sucesso.






CRIATIVIDADE

Principais pontos a serem observados:
Reflexão e Ambiente;
O Pedágio de Pensamento;
O gostar é uma tirania;
Linguagens e contextos;
Categorias;
O olhar do outro;
Saturação;
Motivação;





A LINGUAGEM CENOGRÁFICA | Dissertação 2006 | Nelson José Urssi

Trabalho de pesquisa sobre a evolução da cenografia no teatro ocidental relacionando-a às possibilidade espaciais e técnicas do edifício teatral e do espaço cênico em cada época. Aresenta uma conceituação do projeto cênico como síntese gráfica, histórica, tecnológica e simbólica estruturando a construção da cenografia em relação às questões apresentadas pelo texto teatral e pelos roteiros cinematográfico e televisivo. São também analisados aspectos das linguagens espacial e visual no processo de criação e produção cênica, identificando as necessidades para uma formação sólida de futuros profissionais cênicos, como cenógrafos e designers visuais.


O instrumental cênico e A linguagem Visual Unidade entre os elementos:
 [Baseado em “A Linguagem Cênica – pág. 76 a 91 ]:


O Instrumental Cênico
Variações de tempo e espaço [formato | estilo | significado];
Compreensão de questões conceituais e práticas [concepção de projeto e construção];

_ Espaço Corpo
Representação | significados socioculturais | ação | imagem | presença | maquiagem | figurino | voz
_ Espaço Lugar
Planos | estruturação | projeto | mídia | superfície | identificador racional e histórico | lugar
_ Espaço Espectador
Significados | recepção [de todos os itens de unidade] | produção de mensagens | Percepção | relação
_ Espaço Texto
Roteiro | Significação | linguagem
_ Espaço Sentido
Vivência dos sentidos | Linguagens – mensagens | Cultura [aprofundamento teórico, ambiental, visual]
Experiência individual e subjetiva [conceitos estéticos, perceptivos e psicológicos de acordo a sua sociedade] | Semiótica

A linguagem Visual:
Elementos visuais [não confundir com material – papel, madeira...] | Bauhaus – relações e contrastes | Fundamentos da Linguagem | Plano, linha, volume | Gestalt
_ Espaço Tipografia
imagem | Construtivismo | Gráfico |
_ Espaço Luz
Iluminação | Atmosfera – estilo | filtros, globos, gelatinas
_ Espaço Cor
Matiz | Saturação | Luminosidade | Psicologia da cor | Cor Luz e cor Pigmento



IMAGEM










BARROCO






DIREÇÃO DE ARTE | SUTIL CIA DE TEATRO





















PERFIL DIRETOR DE ARTE


O perfil do Diretor de Arte em uma análise de projetos e produções teatrais e cinematográficas.
Linguagens e contextos.
_Linguagens Visuais e conceitos cenográficos:
   Singin in the Rain

Vídeos apresentados:


Singin in the Rain | MGM 1952



Singin in the Rain | The_Palace

Singin in the Rain | Golf GTi

Avenida Dropsie | Sutil Companhia

Perfect Sense

Projeto Insight





PRINCIPAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTA AULA

SERRONI. J.C. Cenografia Brasileira - Notas de um cenógrafo. São Paulo, Sesc, 2013.


MANGUEL. Alberto. Lendo Imagens. São Paulo. Cia das Letras, 2001.



NERO, Cyro Del. Máquina dos Deuses. São Paulo: Ed. Senac, 2009.



HENNAN, Dan. The Hobbit na unexpected journey, New York: Weta NZ, 2012



SUGESTÃO DE PESQUISA




Conceito de Ma | Hayao Miyazaki



A Dama do Mar | Cenografia de Robert Wilson
















PORANDUBA






















REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Para DOWNLOAD de alguns livros disponíveis desta e de outra disciplina clique AQUI

ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Sketchbooks: as páginas desconhecidas do processo criativo. São Paulo: Editora Ipsis, 2010.



KAHLO, Frida. O Diário de Frida Kahlo: um auto-retrato íntimo. São Paulo. Editora José Olympio. 2012.







ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Mutarelli Sketchbook. São Paulo: Editora Pop, 2011.




KINDERSLEY, Dorling. Sinais e Símbolos - Guia ilustrado das origens e significados.
São Paulo. Martins Fontes, 2013.




REIS, Joel. Sou Produtor de Eventos: diário de bordo para aperfeiçoamento profissional.
São Paulo: Editora Senac Nacional, 2013.




GARCIA, Sueli. Arquitetura do espaço cenográfico : cinema e ficção científica Ano 2011
Nº de chamada 791.43 G211a



HAMBURGER, Vera. Arte em cena. A direção de arte no cinema brasileiro.
São Paulo. SENAC, 2014



SERRONI. J.C. Cenografia Brasileira - Notas de um cenógrafo. São Paulo, Sesc, 2013.


NERO, Cyro Del. Máquina dos Deuses. São Paulo: Ed. Senac, 2009.
Nº de chamada BIBLIOTECA BA -  792.021 D375m




HOWARD, Pamela. O que é cenografia. Ed. SESC. São Paulo, 2015

Revista SESC, Janeiro 2014.

Matéria sobre cenografia para eventos e teatros | Livro Cenografia Brasileira – Notas de um Cenógrafo, de J. C. Serroni (Edições Sesc, 2013) | Ver referência Bibliográfica AULA 01

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MANGUEL. Alberto. Lendo Imagens. São Paulo. Cia das Letras, 2001.






EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. São Paulo. Ediouro. 2000



FILHO. João Gomes. Gestalt do Objeto. Sistema de leitura visual da forma. São Paulo, Escrituras 2009



WONG. Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo, Martins Fontes, 2001.


KANDINSKY, Wassily. Ponto e Linha sobre Plano. São Paulo. Martins Fontes, 1997.

SALISBURY, Mark. Prometheus the art of the film, London: Titan Books, 2012



HENNAN, Dan. The Hobbit na unexpected journey, New York: Weta NZ, 2012



PLATÃO. Diálogos / Platão ; seleção de textos de José Américo Motta Pessanha;
tradução e notas de José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa.
— 5. ed. — São Paulo : Nova Cultural, 1991. — (Os pensadores) 
Para ler ou salvar este livro em PDF clique AQUI


VARIOS AUTORES. David Bowie. São Paulo, Cosac & Naif, 2014.





SCHWARTZ, Madalena. Crisálidas. São Paulo, Instituto Moreira Sales, 2012.




CARVALHO, Tania. Charles Mueller e Claudio Botelho - Os Reis dos Musicais.
São Paulo, Imprensa Oficial, 2009.

Para ler este livro ou fazer download em PDF clique AQUI
Para seguir até a página dos Produtores clique AQUI





PURVIS, Alston W. e MEGGS, Philip B. História do Design Gráfico. Cosac e Naif, 2009.

LINHA DO TEMPO | INFOGRÁFICO

Para acesso ao site oficial clique AQUI


Veja como foi elaborado no vídeo abaixo: 




KANDINSKY, Wassily. Ponto e Linha sobre Plano. São Paulo. Martins Fontes, 1997.




PICKLES, Sheila. A linguagem das Flores. São Paulo. Ed. Melhoramentos, 1990.




JOLY, Martine. Introdução à Análise da Imagem. São Paulo. Ed. Papirus, 2000.



PAGLIA, Camille. Imagens Cintilantes: uma viagem através da arte desde o Egito a Star Wars. 1. ed. Rio de Janeiro: Apicuri, 2014


AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas SP: Papirus. 1993
Nº de chamada na BIBLIOTECA BA - 7.017:159.937 A942i



KLEON, Austin. Roube como um artista. São Paulo: Rocco, 2014.



FAY, Claire. Caderno de Rabiscos para adultos entediados no trabalho.
Rio de Janeiro: Intrínseca, 2008.





COMO A ARTE FEZ O MUNDO
O exercício de utilização da imagem está além do puro ato da criação. O homem reconhece, mesmo que sem muita experiência, o poder e a importância desta. A imagem exerce grande influência sobre a percepção e as escolhas das pessoas. Arte, cultura, mensagem, estão assim associados a um desejo, mesmo que simbolicamente, de manifestar sua necessidade de representação.
A composição da videoarte necessita de conhecimento e compreensão deste valor imagético.
Assim, como estudo, em sala ou mesmo extra-classe peço a turma de Poéticas que assistam a estes cinco episódios produzidos pela BBC intitulado "Como a arte faz o mundo" que tratam do modo como nós, humanos, recebemos e produzimos imagens. Associado a este, é claro, o valor do humano nesta representação.


para ir até o canal com os documentários clique AQUI






EISENMAN, Sara. Building Design Portifolios: Innovative Concepts for presenting your work. United States of America: Ed. Rockport, 2008



Catálogo 8a. Bienal do Design Gráfico - Excelência, Rumos, Linguagem, Reflexão. São Paulo,
Martins Fontes, 2006




GOMPERTZ, Will. Isso é Arte? Rio de Janeiro: Zahar, 2013.



BANDEIRA, João. e BARROS, Lenora. Poesia concreta brasileira. 
 projeto verbivocovisual. São Paulo: Artemeios, 2008.
Sugestão site clique AQUI




RAMOS, Adriana Vaz. O Design de aparência de atores e a comunicação em cena.
São Paulo: Senac, 2013.


EICHBAUER, Helio. Cartas de marear. Impressões de viagem, caminhos de criação.
Rio de Janeio: Casa da Palavra, 2013.



VENTURELLI, Suzete. Arte, espaço tempo e imagem. Brasília. Editora UNB, 2004.



FRASER, Tom. O guia completo da cor. São Paulo: Editora Senac, 2007.






PEDROSA, Israel. Da cor a cor inexistente. São Paulo. Ed. Senac. 2009.



ARNHEIM, Rudolf . Arte & Percepção Visual, Uma Psicologia da Visão Criadora,
Livraria Pioneira Editora, São Paulo, 1973



SUDJIC, Deyan. A linguaguem das coisas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2010.



GOMBRICH, E.H. A história da arte. Trad. Álvaro Cabral. Rio de janeiro: editora LTC, 2008.


JANSON. Iniciação à História da Arte.




FARTING, Stephen. Tudo sobre Arte: os movimentos e as obras mais importantes de todos os tempos. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.



LITTLE, Stephen. ...ISMOS. Para entender a arte.  Rio de Janeiro: Editora Globo, 2013.



DONDIS, Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo. Martins Fontes, 2010






BIRD, Michael. 100 ideias que mudaram a arte. Rosari, 2014.




PERISSOTO, Paula. [org.] Vários autores. Teoria Digital. Dez anos do
FILE Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. São Paulo. Ed. Imprensa Oficial, 2010







DOMINGUES, Diana. Criação e Interatividade na Ciberarte. São Paulo, Experimento, 2002.



BERTOMEU, João Vicente Cegato. Criação Visual e Multimídia.São Paulo: Cengage Learning, 2010.




VÁRIOS Colaboradores. Arte Novos Meios Multimeios. Brasil 70 80 
Fundação Armando Alvares Penteado, 2010





CRARY, Jonathan. Suspensões da Percepção: atenção, espetáculo e cultura moderna.
São Paulo: Cosac Naify, 2013.




LIESER, Wolf. Arte Digital. Printed China. 2009.




RATTO, Gianni. Antitratado de Cenografia - variações sobre o mesmo tema.
São Paulo: Senac, 2001. 



RIBEIRO, João Mendes. Arquitectura em Palco.
Architectures on Stage. Coimbra, 2007.




NELMS, Henning. Scene Design. A guide to the stage. N.Y. 1970





PURVIS, Alston W. e MEGGS, Philip B. História do Design Gráfico. Cosac e Naif, 2009.





CASOY, Sérgio. Ópera em São Paulo: 1952-2005. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2006.


COELHO, Lauro Machado. A Ópera Inglesa.
Coleção História da Ópera, São Paulo: Editora Perspectiva, 2000

FEIJÓ, Carlos. NAZARETH, André. Artesãos da Sapucaí. São Paulo: Editora Olhares, 2012.



Arnheim, Rudolf —, Arte & Percepção Visual, Uma Psicologia da Visão Criadora,
Livraria Pioneira Editora, São Paulo, 1973