Neste conteúdo vamos observar detalhes que apresentam a cultura da Ópera e do Carnaval. Ambas possuem um grande estudo de Direção de Arte para acompanhar a valorização da música ou da festa. Cenários, figurinos, cores, ritmo, estruturas. Com organização e tecnologia que movimentam um evento de grandes proporções.
Libreto - em resumo
Maestro - em resumo
O que é uma prima-dona
Ópera-séria - em resumo
O que é uma ópera-bufa
O que é a abertura
William Tell Overture Finale
Recitativo- O que é isso
Recitativo Don Giovanni & Leporello
Ária- O que é uma ária
Ombra Mai Fu made on smartphones
Ombra mai fu- - Malena Ernman
Farinelli - Lascia Ch'io Pianga (HD)
Intervalo - em resumo
Rameau -〈Platée〉Passepied & Tambourin (Acte 1)
Verdi.Nabucco.Va Pensiero.MET.2002
O que é um interlúdio
Mascagni Intermezzo from -Cavalleria Rusticana
Bravo - em resumo
The Polyphonic Singing of the Aka Pygmies of Central Africa
peking opera (ópera chinesa)
The Fly with Daniel Okulitch
Bregenz Fextival 2011 - Andre Chenier
[Naive OP30485] Vivaldi en Vogue [Vivaldi Edition]
Inside Rio Carnaval (integra)
AULA 05 | 02 | A FLAUTA MÁGICA
Como estudo e análise de elementos visuais apresentamos A Flauta Mágica.
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Papageno
Tamino
Pamina
Rainha da Noite
Sarastro
A Flauta Magica 1
A Flauta Magica 2
A Flauta Magica 3
A Flauta Magica 4
FLAUTA MÁGICA | PROJETOS ACADÊMICOS
Autores: Felipe Homem, Gisele Chagas, Mariana Barbosa, Mariana Melcon, Rafael Terozi, Samantha Bueno e Tatiana Amadei.
Com uma política de entretenimento muito apurada o grupo U2 realiza um grande Tour com seu show 360. A preocupação em atender e estar "por todos os lados" próximo ao público levou a uma das maiores construções de palco neste segmento. U2 360 com sua estrutura metálica em forma de garra, o verde e preto do tecido e o vídeo suspenso sobre a banda oferece uma turnê com grande impacto sensorial que se faz entre luzes por toda parte, a partir de LEDs piscando inclusive nas Jaquetas do grupo.
Nesta aula vamos conhecer um pouco deste espetáculo.
CARÍSSIMOS DA TURMA DA PÓS. POR FAVOR ADICIONEM O NÚMERO DO PROFESSOR E ME ENVIE UMA MENSAGEM PELO WHATSAPP COM SEU NOME VOU CADASTRA-LOS NUM GRUPO DA AULA. PROMETO NÃO ENVIAR MENSAGEM DE BICHINHOS FOFOS E DE BOM DIA! EMERSON BRITO - 9 7048 6279
AULA 01
_Plano de Aula;
_Quiz de Imagens;
_Lista de Produção;
_Criatividade;
_Nelson José Urssi “A linguagem Cenográfica”;
_Imagem; [como a arte fez e o mundo] | Beleza/Feiura [Sentinela]
_Exagero x Vazio: Barroco, Maneirismo [Miyazaki e Bob Wilson];
_Perfil do Diretor de arte – História da Arte; [Cantando na Chuva]
_Cenografia;
_ Avaliações;
Grupos especializações: Pesquisa; Texto [Redação]; Produção; Maquete; Fotografia; Edição de Imagens; Figurino; Atuação;
AULA 02
_ Expografia;
_ Visita ao Instituto Moreira Salles | Av. Paulista 2424 | 18:30 | Próximo Metrô Consolação;
AULA 03 e 04
_ Visita SESC; [à confirmar]
_ Visita Fábrica do Samba | Liga SP; [à confirmar]
Obs.: Não confirmando as visitas o conteúdo que segue trata da Estética do Terror e da Poética Contemporânea
AULA 05
_Avaliação
Ex.: Dinâmica de Grupo [projeto audiovisual]
Análises linguagens e sentidos audiovisual:
Cantando na chuva
A Garota Dinamarquesa
Hedwig and the angry inch
A grande beleza
QUIZ DE IMAGENS Compreender uma imagem, a mensagem que ela apresenta. Analisar suas cores, elementos de cena, detalhes da produção que oferecem um conceito e uma proposta. Este é o objetivo deste exercício. Reconhecer por meio dos diferentes detalhes a informação que esta apresenta.
SKETCHBOOK
Para este semestre utilizaremos o Sketchbook | Caderno de Esboços. Assim a observação de espaço e imagens, o exercício da criação e da criatividade torna-se mais atenta e dinâmica.
"O caderno de esboço é ferramenta essencial no processo de geração de ideias. Portáteis e informais, são pequenos espaços para experimentações gráficas e exercícios do livre pensamento."
Cezar de Almeida
ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Sketchbooks: as páginas desconhecidas do processo criativo. São Paulo: Editora Ipsis, 2010.
KAHLO, Frida. O Diário de Frida Kahlo: um auto-retrato íntimo. São Paulo. Editora José Olympio. 2012.
ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Mutarelli Sketchbook. São Paulo: Editora Pop, 2011.
LISTA DE PRODUÇÃO
Para a organização na produção de um evento, é necessário atenção em uma série de detalhes decisivos para o seu andamento. Tais detalhes vão além da questão da arte e criação e fazem parte de uma visão geral do projeto, para que todas as ações ocorram conforme o programado e assim sua programação visual [layout] seja melhor aplicada.
Assim, é fundamental ter um plano bem organizado na aplicação de suas estratégias, estabelecendo metas pelo qual precisam levar em consideração diversos elementos, desde o público-alvo até o objetivo de determinado evento.
Lembre-se de que todos os fatores envolvidos no evento devem estar em plena sintonia [identidade visual] para que ele se torne um sucesso.
CRIATIVIDADE
Principais pontos a serem observados:
Reflexão e Ambiente;
O Pedágio de Pensamento;
O gostar é uma tirania;
Linguagens e contextos;
Categorias;
O olhar do outro;
Saturação;
Motivação;
A LINGUAGEM CENOGRÁFICA | Dissertação 2006 | Nelson José Urssi
Trabalho de pesquisa sobre a evolução da cenografia no teatro ocidental relacionando-a às possibilidade espaciais e técnicas do edifício teatral e do espaço cênico em cada época. Aresenta uma conceituação do projeto cênico como síntese gráfica, histórica, tecnológica e simbólica estruturando a construção da cenografia em relação às questões apresentadas pelo texto teatral e pelos roteiros cinematográfico e televisivo. São também analisados aspectos das linguagens espacial e visual no processo de criação e produção cênica, identificando as necessidades para uma formação sólida de futuros profissionais cênicos, como cenógrafos e designers visuais.
O instrumental cênico e A linguagem Visual Unidade entre os elementos:
[Baseado em “A Linguagem Cênica – pág. 76 a 91 ]:
O Instrumental Cênico
Variações de tempo e espaço [formato | estilo | significado];
Compreensão de questões conceituais e práticas [concepção de projeto e construção];
_ Espaço Corpo
Representação | significados socioculturais | ação | imagem | presença | maquiagem | figurino | voz
_ Espaço Lugar
Planos | estruturação | projeto | mídia | superfície | identificador racional e histórico | lugar
_ Espaço Espectador
Significados | recepção [de todos os itens de unidade] | produção de mensagens | Percepção | relação
_ Espaço Texto
Roteiro | Significação | linguagem
_ Espaço Sentido
Vivência dos sentidos | Linguagens – mensagens | Cultura [aprofundamento teórico, ambiental, visual]
Experiência individual e subjetiva [conceitos estéticos, perceptivos e psicológicos de acordo a sua sociedade] | Semiótica
A linguagem Visual:
Elementos visuais [não confundir com material – papel, madeira...] | Bauhaus – relações e contrastes | Fundamentos da Linguagem | Plano, linha, volume | Gestalt
_ Espaço Tipografia
imagem | Construtivismo | Gráfico |
_ Espaço Luz
Iluminação | Atmosfera – estilo | filtros, globos, gelatinas
_ Espaço Cor
Matiz | Saturação | Luminosidade | Psicologia da cor | Cor Luz e cor Pigmento
IMAGEM
BARROCO
DIREÇÃO DE ARTE | SUTIL CIA DE TEATRO
PERFIL DIRETOR DE ARTE
O perfil do Diretor de Arte em uma análise de projetos e produções teatrais e cinematográficas.
Linguagens e contextos.
_Linguagens Visuais e conceitos cenográficos:
Singin in the Rain Vídeos apresentados:
Singin in the Rain | MGM 1952
Singin in the Rain | The_Palace
Singin in the Rain | Golf GTi
Avenida Dropsie | Sutil Companhia
Perfect Sense
Projeto Insight
PRINCIPAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTA AULA
SERRONI. J.C. Cenografia Brasileira - Notas de um cenógrafo. São Paulo, Sesc, 2013.
MANGUEL. Alberto. Lendo Imagens. São Paulo. Cia das Letras, 2001.
NERO, Cyro Del. Máquina dos Deuses. São Paulo: Ed. Senac, 2009.
HENNAN, Dan. The Hobbit na unexpected journey, New York: Weta NZ, 2012