AULA 01 | 06 DE AGOSTO
"A arte não precisava de certezas"
Friedrich Nietzsche
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MAXIDESAFIOS
01 _ FIGURINO E MAQUIAGEM BARROCO - DE PAPEL
Desenvolver:
Sketchs
Figurino e Interpretação de cena
Fotografar a produção | Preparar livro de arte
Fundo com Edição de Imagem | Chroma Key
02 _ INCÊNDIOS
Pdf do livro AQUI
Desenvolver:
- Arte Gráfica do Cartaz
- Escolha uma cena | Interprete
- Gravar a cena
03_ LUIS ANTONIO GABRIELA
Sketchs
Escolha de Cena
Cenografia - Maquete pop Up
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AULA 01| 01 | APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR
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AULA 01 | 02 | CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Apresentação em palavras chave
AULA 01 | 03 | SKETCHBOOK
Para este semestre utilizaremos o Sketchbook | Caderno de Esboços. Assim a observação de espaço e imagens, o exercício da criação e da criatividade torna-se mais atenta e dinâmica.
"O caderno de esboço é ferramenta essencial no processo de geração de ideias. Portáteis e informais, são pequenos espaços para experimentações gráficas e exercícios do livre pensamento."
Cezar de Almeida
AULA 01| 03.1 | REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SKTECHBOOKS:
ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Sketchbooks: as páginas desconhecidas do processo criativo. São Paulo: Editora Ipsis, 2010.
KAHLO, Frida. O Diário de Frida Kahlo: um auto-retrato íntimo. São Paulo. Editora José Olympio. 2012.
ALMEIDA , Cezar de. BASSETO, Roger. Mutarelli Sketchbook. São Paulo: Editora Pop, 2011.
EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. São Paulo. Ediouro. 2000
FAY, Claire. Caderno de Rabiscos para adultos entediados no trabalho.
Rio de Janeiro: Intrínseca, 2008.
AULA 01 | 04 | QUIZ DE IMAGENS
Compreender uma imagem, a mensagem que ela apresenta. Analisar suas cores, elementos de cena, detalhes da produção que oferecem um conceito e uma proposta. Este é o objetivo deste exercício. Reconhecer por meio dos diferentes detalhes a informação que esta apresenta.
Vídeos Sugeridos
Die Antwoord | I think u freeky
Sia | Chandelier
Nijinsky | Le sacre du printemps
Cazuza o Musical
Elis a Musical
Pina | Win Wenders
Yoko Ono | Dont Worry
Sugestão de livro:
KINDERSLEY, Dorling. Sinais e Símbolos - Guia ilustrado das origens e significados.
São Paulo. Martins Fontes, 2013.
MANGUEL. Alberto. Lendo Imagens. São Paulo. Cia das Letras, 2001.
Nº de chamada na BIBLIOTECA BA - 82 M242le
PAGLIA, Camille. Imagens Cintilantes: uma viagem através da arte desde o Egito a Star Wars. 1. ed. Rio de Janeiro: Apicuri, 2014
AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas SP: Papirus. 1993
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Nº de chamada na BIBLIOTECA BA - 7.017:159.937 A942i
JOLY, Martine. Introdução à Análise da Imagem. São Paulo. Ed. Papirus, 2000.
Para download deste livro CLIQUE AQUI
Nº de chamada na BIBLIOTECA BA - 316.77 J66i
FILHO. João Gomes. Gestalt do Objeto. Sistema de leitura visual da forma.
São Paulo, Escrituras 2009
Nº de chamada na BIBLIOTECA BA - 7.01 G614g
AULA 01 | 05 | DIREÇÃO DE ARTE | SUTIL CIA DE TEATRO
AULA 01 | 06 | LISTA DE PRODUÇÃO
Assim, é fundamental ter um plano bem organizado na aplicação de suas estratégias, estabelecendo metas pelo qual precisam levar em consideração diversos elementos, desde o público-alvo até o objetivo de determinado evento.
Lembre-se de que todos os fatores envolvidos no evento devem estar em plena sintonia [identidade visual] para que ele se torne um sucesso.
AULA 01 | 06.1 | REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA DE PRODUÇÃO
REIS, Joel. Sou Produtor de Eventos: diário de bordo para aperfeiçoamento profissional.
São Paulo: Editora Senac Nacional, 2013.
AULA 01 | 07 | PERFIL DIRETOR DE ARTE
O perfil do Diretor de Arte em uma análise de projetos e produções teatrais e cinematográficas.
Linguagens e contextos.
_Linguagens Visuais e conceitos cenográficos:
Singin in the Rain | O Hobbit | Prometheus | Cabaré | Hedwig and the angry inch | O Rei Leão
Vídeos apresentados:
Singin in the Rain | MGM 1952
Singin in the Rain | The_Palace
Singin in the Rain | Golf GTi
Avenida Dropsie | Sutil Companhia
Perfect Sense
Projeto Insight
VENTURELLI, Suzete. Arte: espaço_tempo_imagem. Brasília:
editora Universidade de Brasilia, 2004.
LITTLE, Stephen. ...ISMOS. Para entender a arte. Rio de Janeiro: Editora Globo, 2013.
Avenida Dropsie | Sutil Companhia
Perfect Sense
Projeto Insight
AULA 1 | 07.1 | REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - ARTE
editora Universidade de Brasilia, 2004.
FARTING, Stephen. Tudo sobre Arte: os movimentos e as obras mais importantes de todos os tempos. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.
GRAHAM-DIXON, Andrew [organização]. Arte: O Guia Visual Definitivo
O Guia Visual Definitivo da Arte: Da Pré-história ao Século XXI. São Paulo: Publifolha, 2012.
LEMOINE, Alexis. COISSARD, Sylvain. A [verdadeira] história da arte. São Paulo. Corvara, 2014.
AULA 1 | 07.2 | REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - TEATRO
LANDIS, Deborah Nadoolman. Hollywood Costume. London: Victoria em Albert Museum, 2012.
NERO, Cyro Del. Máquina dos Deuses. São Paulo: Ed. Senac, 2009.
Nº de chamada BIBLIOTECA BA - 792.021 D375m
COLKER, Débora. Companhia de Dança Debora Colker, 20 anos. Rio de Janeiro: Reptil, 2013
LABAKI, Aimar. Os Satyros. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010.
LEVI, Clovis. Teatro Brasileiro um panorama do Século XX. Rio de janeiro: FUNARTE, 1997.
PRADO, Decio de Almeida. História concisa do teatro brasileiro: 1570-1908. São Paulo: Edusp, 1999. | Nº de chamada Biblioteca BA 792(81) P916h
KAZ, Leonel; HELIODORA, Bárbara; BRANDÃO, Tania; MAGALDI, Sábato; MARINHO, Flávio.
Marinho. Brasil: palco e paixão. Um século de teatro. Rio de Janeiro: Aprazível Edições, 2005.
BURDICK, Jacques. Teatro. São Paulo – Lisboa: Editora Verbo, 1978.
CRARY, Jonathan. Suspensões da Percepção: atenção, espetáculo e cultura moderna.
São Paulo: Cosac Naify, 2013.
AULA 01 | 08 | SUGESTÃO DE PRODUÇÃO E DIREÇÃO DE ARTE NO CINEMA
PROMETHEUS | HOBBIT
PROMETHEUS
Grandes coisas têm pequenos começosA arte acompanha a história do homem. Seus símbolos, signos e formas interpretam pensamentos, escondem e apresentam diferentes reflexões. Ora evidente, ora racional ou emocional, ora mera suposição esta se manifesta nos objetos, pinturas, cores, texturas, volumes, etc. Num conjunto de linguagens por vezes complexas ou diretamente simples.
Fazem uso do conhecimento da arte e suas manifestações diferentes profissionais tais como engenheiros, filósofos, estilistas, artesãos, escritores, dramaturgos e dentre tantos os Diretores de Arte.
Exemplo:
Relações com a História da Arte - Pré-história [flauta] | Mesopotâmia [música]
Em uma das cenas David toca uma flauta para ativar a nave.
A Flauta é um instrumento musical antigo e recentemente foi encontrado no período pré histórico.
Não apenas isso. A música que ele toca não são notas deliberadas é o "Hino Hurriano nº 06" essa canção é o registro musical mais antigo da Humanidade. Encontrada em Ugarit, uma cidade antiga da Mesopotâmia, o berço da civilização.
Bom, é isso. A Direção de Arte acompanha um raciocínio lógico que envolve fatos da história e criam um novo conceito ou valorizam este. Para o diretor de arte estar atento a estes detalhes é imprescindível.;
Site sugerido para leitura de produção clique AQUI
Para o artigo de Eliane C. Prado | PROMETHEUS - Mitologia clique AQUI
Para O WEILAND CORP clique AQUI
Veja o livro em PDF clique AQUI
THE HOBBIT
PARA O MAKING OF DA PRODUÇÃO THE HOBBIT CLIQUE AQUI
PROMETHEUS
SALISBURY, Mark. Prometheus the art of the film, London: Titan Books, 2012
HENNAN, Dan. The Hobbit na unexpected journey, New York: Weta NZ, 2012
AULA 01 | 12 | COMO A ARTE FEZ O MUNDO
O exercício de utilização da imagem está além do puro ato da criação. O homem reconhece, mesmo que sem muita experiência, o poder e a importância desta. A imagem exerce grande influência sobre a percepção e as escolhas das pessoas. Arte, cultura, mensagem, estão assim associados a um desejo, mesmo que simbolicamente, de manifestar sua necessidade de representação.
A composição da videoarte necessita de conhecimento e compreensão deste valor imagético.
Assim, como estudo, em sala ou mesmo extra-classe peço a turma de Poéticas que assistam a estes cinco episódios produzidos pela BBC intitulado "Como a arte faz o mundo" que tratam do modo como nós, humanos, recebemos e produzimos imagens. Associado a este, é claro, o valor do humano nesta representação.
para ir até o canal com os documentários clique AQUI
AULA 01 | 09 | OUTRAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Para download do livro em PDF clique AQUI
SCRUTON, Roger. Beleza; Tradução Hugo Langone. São Paulo: É Realizações, 2013.
Sugestão de Vídeo:
AULA 01 | 10 | BREVES OBSERVAÇÕES CENOGRÁFICAS
AULA 01 | 11 | SUGESTÃO DE PESQUISA
A Dama do Mar | Cenografia de Robert Wilson
AULA 01 | 13 | SOBRE FOTOGRAFIAS E EXPOSIÇÕES | THE LITTLE BLACK JACKET
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AULA 01 | 14 | ELIS A MUSICAL
Um espetáculo que recria no palco a vida e a trajetória da inesquecível Elis Regina, considerada até hoje a maior cantora já surgida no Brasil. O entrdo ra peça retrata as questões pessoais e a convivência de Elis com ícones como Ronaldo Bôscoli e Cesar Camargo Mariano.
Texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade
Direção: Dennis Carvalho
Onde: No Oi Casa Grande - RJ | Link para a página clique AQUI
AULA 01 | 15 | ARTIGOS DIREÇÃO DE ARTE
ALINE PEREIRA BARNABÉ
A DIREÇÃO DE ARTE EM UM BALÉ DE REPERTÓRIO
O Quebra-Nozes | CLIQUE AQUI
MARCO AURÉLIO PACHECO DOS SANTOS
A Direção de arte na produção teatral
“O Homem de La Mancha”
Práticas, meios e apropriações estéticas | CLIQUE AQUI
GISELE DO NASCIMENTO CHAGAS
O TEATRO MÁGICO E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DE UM ESPETÁCULO
AULA 01 | 16 | DEMAIS LIVROS NA BIBLIOTECA BELAS ARTES
RATTO, Gianni. Antitratado de cenografia : variações sobre o mesmo tema. 1999
Nº de chamada 792.22 R185a
GARCIA, Sueli. Arquitetura do espaço cenográfico : cinema e ficção científica Ano 2011
Nº de chamada 791.43 G211a



































































































